domingo, 25 de maio de 2008

O consumo dos jovens


Consumo e influência

Há inúmeros pontos a serem discutidos sobre as tendências de consumo juvenil, haja vista o volume de opiniões variarem não apenas de pessoa a pessoa, mas do estado de espírito individual que pode se alterar muitas vezes ao longo de um único dia. Todavia, é possível destacar o papel influenciador das relações sociais neste cenário complexo, considerando-se a confiança entre aqueles que são amigos e que por sua vez tornam-se uma verdadeira referência na hora de decidir a compra. É como alegou um adolescente em depoimento sobre o consumo: Os meus amigos são a minha biblioteca particular. O que eles indicam para mim, eu já considero como certo.


Estudo, trabalho e dinheiro

O poder financeiro do jovem depende em parte dos seus responsáveis através de mesadas, e outras convenções. Outra parte deles trabalha e retira do seu esforço o meio para satisfazer a demanda por coisas desejadas. Alguns apenas estudam, outros estudam e trabalham. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que: Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, entre 1993 e 2003, aumentou de 40,7% para 60,9% o número de adolescentes entre 15 e 17 anos de idade que tinham o estudo como atividade exclusiva. Porém, nas faixas etárias seguintes a vantagem de somente estudar ainda é uma realidade para poucos. Assim, 30,4% dos jovens de 18 e 19 anos de idade e 11,7% dos que têm entre 20 e 24 anos apenas estudam. Com isso, mais da metade dos jovens entre 15 e 24 anos ocupavam um posto no mercado de trabalho em 2003.


Perfil de consumo

Este público investe pesadamente em lazer e alimentação, embora circule por outros segmentos. Ele tem sede de mudança, além de receber estímulos constantes da exuberante comunicação publicitária, o que os torna consumistas nômades em muitas ocasiões, a exemplo de ter uma coisa em mente para comprar e decidir-se por outra(s) quando em contato com a variedade.


A conexão social

Para os profissionais mais atentos cumpre observar o valor existente nas relações entre os jovens, e fazer de tal fenômeno o cerne de algumas estratégias para atrair e imprimir a boa impressão de proximidade e satisfação sobre o consumo. Conforme já bem apontado, a indicação de alguém de confiança no grupo social tem o seu peso em ouro, ampliando a chance de influenciar a decisão de compra. É um público que se movimenta em direções múltiplas, contudo, é capaz de direcionar o seu foco de compra no ponto que lhe parece selecionado através de uma indicação próxima. Se por um lado a comunicação do mercado despeja informações excessivas, por outro a triagem delas demonstra ser interessante. Funciona como um respiro saudável. Um descanso para as mentes que fervilham com tanta perspectiva. É um segmento borbulhante e sedento por compras.

8 comentários:

larissa disse...

naum gostei.amei!!

luli disse...

foi demais esse assunto muito bom ,otimo;

luli disse...

adorei arraso bicha

rafaela disse...

Muito bom pq vcs não fazem postagens sobre outros assuntos também?

www.mashmellow.com disse...

boom, no ultimo tópico, me senti lendo japonês, mas ok... VLW ae

Amanda Camargo disse...

isso e uma drogra provei vicie e snao consigo viver sem esse site

Meiriane Lira De Sousa disse...

a sei la mas o consumo nos prejudica as veses...

Meiriane Lira De Sousa disse...

sei lar mas comsumo e viciavel..